Dê o play, aumente o volume e venha conhecer histórias, curiosidades, momentos marcantes e detalhes em mais um episódio do Conexão Sertaneja!
Embora o trio tenha tido diferentes formações ao longo de suas mais de cinco décadas de estrada, a sua “fase de ouro” — e a formação mais lembrada com carinho pelos fãs — consolidou-se no final dos anos 1970 com três lendas:
-
Creone: A voz aguda e inconfundível, o membro mais duradouro do grupo.
-
Barrerito: O eterno “Andorinha”, dono de uma voz principal potente e profundamente emocionante.
-
Mangabinha: O maestro da sanfona e fundador do grupo, responsável por ditar o ritmo dançante que os consagrou.
Eles estouraram nas rádios de todo o país vendendo milhões de discos de ouro e platina, eternizando clássicos absolutos como:
-
Telefone Mudo
-
As Andorinhas
-
Blusa Vermelha
-
Fuscão Preto
Desafios e Superação
A história do trio é de enorme sucesso, mas também marcada por muita superação. Em 1982, no auge da carreira, o grupo sofreu um grave acidente aéreo no interior de São Paulo. O vocalista Barrerito ficou paraplégico, mas, em uma demonstração de força imensa, voltou aos palcos cantando em uma cadeira de rodas, emocionando o Brasil inteiro.
Barrerito deixou o grupo em 1987 para seguir carreira solo (fecendo em 1998). O Trio Parada Dura seguiu em frente com novas vozes, destacando-se a entrada de Parrerito, irmão de Barrerito, que assumiu a primeira voz com maestria.
O Legado no Sertanejo
Ao longo dos anos recentes, o grupo lidou com despedidas difíceis, como o falecimento do fundador Mangabinha em 2015 e a triste perda de Parrerito em 2020. Contudo, com Creone à frente ao lado de novos parceiros (como Xonadão e Leonito), o grupo continua mantendo a tradição viva.
O grande marco: O Trio Parada Dura revolucionou a música caipira ao popularizar o uso da sanfona junto às violas, transformando o sertanejo em um estilo muito mais festivo, popular e perfeito para os bailes. Eles pavimentaram o caminho para quase todas as duplas que dominam o mercado hoje.