
Crianças e bebês também podem usufruir dos benefícios da fisioterapia respiratória, contanto
que haja indicação e acompanhamento médico adequado.
É preciso ter em mente que a capacidade respiratória, ou seja, o tamanho e quantidade de ar
do pulmão do adulto para o da criança, são diferentes – ainda mais quando falamos dos bebês.
Outro ponto importante é a maior fragilidade óssea da caixa torácica, conta João Paulo.
A fisioterapia em bebês deve ser acompanhada de perto por pediatras, que irão avaliar a
evolução do caso clínico. Normalmente, o método é utilizado para o tratamento de
complicações causadas pela gripe, pneumonia e bronquiolite nessa faixa etária.
"É preciso também tomar um cuidado maior no caso dos bebês, pois trata-se de um sistema
respiratório em desenvolvimento, podendo ter dificuldade nas trocas gasosas e podendo
juntar muitas secreções – embora tenha métodos alternativos para eliminação de secreção do
bebê, a fisioterapia respiratória para eles também podem ajudar nesse processo, finaliza o
fisioterapeuta.




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